Palestra / debate:
“Ecos do Nosso Meio Ambiente”
21 de Junho às 19h
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Palestrantes Convidados |
Eduardo Jorge Martins – Secretário do Verde e Meio Ambiente de São Paulo
Manoel da Silva Araújo - Subprefeito de Vila Mariana
Ana Maria Ribeiro- Mestra em Tecnologia Ambiental, Engenheira Civil, Sanitarista e gestora da área de Gestão de Riscos Operacionais e Sinistros na SABESP desde 1998,que acaba de lançar o livro: Gestão de Riscos Operacionais, que tem como foco a interação entre os riscos ambientais e operacionais dos sistemas hidráulicos. A autora apresenta, portanto, propostas de ações para dotar os gestores dos setores de saneamento básico, de instrumentos e diretrizes importantes para a resolução de questões que exigem respostas rápidas nas tomadas de decisões
Solange Sólon Borges - jornalista, especialista em marketing e pós-graduanda da USP é Assessora de Comunicação Corporativa da Fiesp
Célia Marcondes - advogada, ambientalista é presidente da Ong Ecóleo
Cesar Luiz Veneziani - Operador de Reator Nuclear da USP é formado pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares-IPEN - Geógrafo formado pela Universidade de São Paulo Samir Khoury- Psicólogo – é um nome respeitado, pelos trabalhos proporcionados, junto à Ong Rotary International
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Precisamos pensar na Semana do Meio Ambiente, comemorado no dia 5 de Junho, não como uma data a mais a ser comemorada. Precisamos pensar além e sermos agora os agentes de transformação para a preservação do nosso meio, ou seja, mudarmos hábitos culturais nocivos, como o consumo desmedido e implantarmos uma Cultura de Paz e Cidadania Ambiental.
A era tecnológica proporcionou grandes avanços e muita comodidade. As riquezas produzidas nesse período (1960) foram gigantescas, em contra partida o mundo perdeu em qualidade de vida natural e também humana.
A sociedade acumula mais bens e é mais rica hoje, porém cada vez mais pobre em recursos naturais, pois a tecnologia nos dá a falsa impressão de que estamos no controle, que temos o controle nas mãos, o controle tecnológico que, a cada clique, afasta-nos da natureza: derretendo as geleiras do pensar e do preservar.
A tecnologia não é ruim. Não!
Nossos hábitos culturais e sociais é que precisam ser examinados urgentemente para prosseguirmos em direção de um futuro sustentável e não de um retrocesso, como muitos imaginam e até temem.
Entretanto, temos que, em primeiro lugar, entender o que está acontecendo, depois aceitar, educar, mudar hábitos culturais, renovar, reciclar e ensinar a viver para viver.
Se você compartilha dessa ação de sustentabilidade esteja conosco, a fim de tirar suas dúvidas, aprender e contribuir com idéias e sugestões “criativas”, quanto ao que podemos fazer no hoje para garantirmos um amanhã, onde a água, o solo, o mar e as florestas - nossa biodiversidade - sejam preservados e para sempre.
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