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Há tempo, o sinal surgiu
E, pelas asas do vento,
O seu caminho seguiu,
Para divulgar o evento. |
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Há tempo, ecoa um grito:
Forte e tão desesperado,
Que se expande no infinito,
Mas sempre é olvidado. |
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Há tempo, espaços vazios,
Vão se abrindo nas florestas;
São ferimentos sombrios,
Que sangram por suas frestas. |
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Há tempo, o nosso planeta,
De cinza vem se cobrindo:
O azul é cor obsoleta,
Diante do mal infindo. |
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Há tempo, a mãe-natureza,
Chora os filhos perdidos
Porém, para tal crueza,
Os homens não dão ouvidos. |
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Urge, pois, darmos as mãos,
Abraçarmos esta causa,
Sermos fiéis cidadãos,
Para que o mal se reduza! |
Frances de Azevedo*
Advogada - Escritora e Poeta |
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A música, a poesia, o teatro e o debate, portanto, são as ferramentas utilizadas para a concretização desses objetivos, que pretendem ir além da discussão e reflexão, para a concretização de uma ação que construa uma nova referência e uma postura crítica em relação à educação ambiental e frente à preservação do Planeta.
O projeto pretende, portanto, servir de polo e, uma das vozes - um Eco - de transmissão de analises de experiências de gestões locais implantadas e sua importância para a inclusão social, no desenvolvimento sustentável da região e nas mudanças de atitudes dessa população perante o seu Meio Ambiente, através de iniciativas públicas e privadas que originem de ações reais e, portanto, exemplos, ou não, a serem seguidos.
Ecos do Meio – Educanto o Planeta Azul - deseja ser o porta-voz na transmissão de um "canto de resultados" de trabalhos que contemplem a cultura do respeito social - Cidadania Ambiental - para o nosso Planeta Azul. |
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